
Naquela mesma rua de sempre
Passo todo dia e nunca te vejo
Gostaria de um pouco de deslise
De novamente adoçar-me dos teus beijos...
Todas as tardes, na solidão choro...
Indagando-me toda e qualquer consequência
Nos dia em que com tamanha demência
Do ciúme e da cólera, quase te devoro...
Hoje teu sorriso é meu fardo
Já é tarde, guardo as fotos,
As cartas e o passado...
Apesar de demasiado arrempendimento
Fui grandiosamente estúpido...
Nao sou mais teu tão querido namorado...