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quinta-feira, 16 de setembro de 2010

ACORDEI DE MAIS UMA MORTE...


Como um desorientado e "destemido" bêbado
Que foge de sua própria sombra de alucinação
Acordei de mais uma eterna e fria ficção
Que libertou-me sem delicadeza, do meu ignorado medo...

Acordei com sede de sentir teu cantar
Depois de algum tempo da morte do sentimento
Me provocastes tamanho contentamento
Que nunca mais pensarei ou me lançarei ao mar...

Assim como o divino ressurgido Lázaro da morte renasce
Com o amor oxigenado já volto a ter respiração
Criei centenas de cenas, tetros de disfarces

Apelando, incansável, para o teu coração
Que ao sentir o meu pulsar veio a me pedir um beijo
Um afago...E quem diria...
Pediu força, fé e proteção...