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quinta-feira, 22 de julho de 2010

DEPOIS DA TEMPESTADE...


Chances me vêm a todo o momento
Enquanto paro e ouço o vento
É mais do que o tempo
Necessário para voarem até o horizonte
De minhas tentativas que barram
Os acertos não presentes...

Ora tão depressa se vai
Deixando totalmente para trás
O que não aconteceu

A frustação então impera
Meu pensamento então pára
Dizendo que se arrependeu...

quarta-feira, 30 de junho de 2010

MINHA TRANQUILA DESTRUIÇÃO...


...
Até à tarde insistias
Visitar-me mais vezes
Com a bebida dos deslizes
Contavas tudo o que fazias...

Não acreditei por instantes
Que sua singela e meiga inocência
Escondesse de minha inteligência
Algo inesperado: um amante!

Seus olhos se fecharam
O colar de diamantes
Te dado um dia antes
Devia dar as que me amaram
E não a ti
Que só a mim intristecestes...